quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Você sabe o que é AUTOCONHECIMENTO?






Aqui está uma meta, para homens e mulheres, 
que pode trazer-lhes a realização
de seus melhores propósitos, 
a felicidade de serem libertados de seus grilhões interiores, 
e a calma que provém do conhecimento de sua própria alma.”
Paul Brunton


A aquisição dos livros pode ser feita pelo site da 
Amazon.


   Aí está O LIVRO (três volumes), em formato PDF, por enquanto digital, mas em breve PUBLICAÇÃO FÍSICA. Também em breve no formato EPUB (Para celular e tablet).

                                                                           
                          




Autoconhecimento – Um Instrumento Indispensável para Nova Era










Autoconhecimento – Vol I – 211 páginas

Parte I - O Que é Autoconhecimento?
(De Capítulo I a VIII)

Capítulo I - Dos Personagens

Dos Buscadores (Personagens deste livro)

Capitulo II - Do Chamado

Da Subida – Um Convite inusitado
Do Encontro com Agarttha

Capítulo III - Do Propósito

Da Finalidade do Encontro

Capítulo IV - Do Início da Jornada
Do Ritual do Fogo

Capítulo V - Do Ego
Do Teste do Ego
Do Livre-arbítrio
Da Matrix
Do Anjo Caído
Dos Símbolos e Sinais

Capítulo VI - Dos Desabafos
Capítulo VII - Das Fases da Vida
Capítulo VIII - Da Religião  
   
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Anexos (Parte I)

1. Tabela Química dos Personagens 
2. Tabela das Leis Herméticas Alquímicas
3. Tabela Prática Pranayama
4. Tabela Cérebro Reptiliano
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Autoconhecimento – Vol II – 300 páginas

Parte II - Dos Ensinamentos 
(De Capítulo IX a XI)

Capítulo IX – Ensinamentos Iniciais

Do Pentagrama
Das Esferas
Dos Dons
Da Missão
Da Evolução Natural
Dos Canais Internos
Do Eu Sou
Dos Sete Corpos

Capítulo X - Mais Ensinamentos

Da Física Quântica
Dos Neurotransmissores 
Da Meditação

Capítulo XI - Da Astrologia

Do Caráter PRÁTICO do Autoconhecimento através da ASTROLOGIA
Dos Planetas
Interpretando um Mapa Astral
Dos Planetas Retrógrados
Dos Signos nas Cúspides
Das Casas Astrológicas

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Anexos (Parte II):

1. Tabela da Estrela de Cinco Pontas (Pentagrama)
2. Tabela das Sete Frases dos Sábios Gregos
3. Tabelas de Chakras - Parte I a Parte VIII
4. Tabela de Correspondências do Tarô
5. Tabela dos Sete Corpos
6. A Magia Egípcia dos Planetas
7. Poder dos planetas (Astrologia Egípcia)
8. O Inconsciente dos Signos Astrológicos
9. Decanatoscópio Egípcio
10. Tabela de Decanatos
11. Planeta Dominante Pessoal
12. Planetas Binários
13. Tabela de Planetas Regentes
14. Os Sete Planetas e suas Analogias
15. Planetas e os Dias da Semana em Línguas  Parte I e II
16. Influências Angelicais dos Planetas
17. Tabela de Planetas e As Plantas Curativas
18. Tabela de Influência da Lua nas Plantas I e II
19. Regendo os Planetas
20. Planetas segundo os Ciganos
21. Correspondência Mágica dos Planetas para Ciganos
22. Tabela de Características dos Signos Astrológicos
23. Tabela de Signos e correspondência no Corpo Físico
24. Mandala de Zodíaco Natural
25. A Roda das Carências Egípcias
26. As Doze Casas Astrológicas
27. Casas Astrológicas - Significados Básicos
28. Mandala de Casas Opostas Equilibrantes
29. Casas Astrológicas Representações
30. Mandala de Casas Angulares, Sucedentes e Cadentes
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Autoconhecimento –Vol III – 260 páginas

Parte III - Das Marés Tatwicas
(De Capítulo XII a XIV)

Capítulo XII - Tatwas (Humores e Elementos)

Das Marés Tatwicas
Da Respiração
Dos Animais Herméticos
Dos Elementos
Práticas com Tatwas
Propriedades dos Tatwas
Dos Humores (Dos Temperamentos)

Capítulo XIII - A Noite Escura da Alma (NEA)

Capítulo XIV - Do Fim da Jornada

Da Conclusão do Encontro
A Fogueira apagou
Da Descida


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Anexos (Parte III):

1. Tabelas de Correspondências dos Tatwas
2. Tabela de Glândula e a Personalidade
3. Tabela de Raios Cósmicos de Desenvolvimento
4. Tabelas de Animais Herméticos
5. Tabela de Quadruplicidades e Triplicidades
6. Planetoscópio
7. Tabela de Dignidades dos Planetas
8. Tabelas de Correspondência Básicas dos Elementos
9. Tabela de Elementos orientais (Taoísmo Chinês)
10. Tabela de Elementos pessoais
11. Tabelas de Correspondências com Tarot
12. Tabela dos Naipes vinculados aos Elementos (Arcanos Menores)
13. Tabelas de Horários dos Tatwas
14. Tábua de horário da semana
15. Tabela de regências planetárias
16. Tábua do nascimento do sol 
17. Tabela de Tatwas e suas correspondências físicas
18. Tabela de Correspondências Astrológicas com Sais Minerais
19. Tabela de Doenças, Causas e Curas
20. Tabela de Práticas Cabalística (Com Tatwas)
21. Tabela de Combinações dos Tatwas
22. Tabela de Correspondências com os Temperamentos
23. Tabela Jung e as Quatro Funções da Consciência
24. Tabela de Correspondências Astrológicas com Florais de Bach
25. Tabela das Etapas dos Elementos
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terça-feira, 18 de outubro de 2011

Palavras Iniciais


I CHING
(ou Jing Yi, ou Yi Zhou)
(O Livro das Mutações)




“Toma primeiro as palavras,
Medita sobre o seu significado
Então, regras fixas se revelarão.
Mas se não és o homem certo,
O sentido não te será revelado.”



Numa prosa um tanto rítmica e rimada, exorta-se aqui o estudo assíduo do Livro da Mutações (I Ching). O texto enfatiza usando termos elogiosos que a mudança é contínua, é a regra do livro. Concluindo, chama-se a atenção para o fato de que uma capacidade interior é essencial para compreensão do livro, sem o que ele permanecerá fechado a sete chaves: se aquele que consulta o oráculo não está em contato com o Tao, não recebe uma resposta inteligível, uma vez que esta não seria de nenhuma valia.











Bem, nesta Primavera de 2011, resolvi expor aqui de forma didática o maravilhoso oráculo I Ching, sugiro, no entanto, que comprem qualquer livro sobre o I Ching para que possam ter as respostas dos 64 hexagramas. Aqui tem como baixar o principal na postagem Livros do I Ching. Este blog baseia-se em fragmentos do clássico “I Ching - O Livro das Mutações”; do alemão Richard Wilhelm. Quando houver disponibilidade vou carregar os hexagramas. Por hora, CONSULTEM o I Ching, o link está na postagem "Consulta com Moedas". Ou melhor, está AQUI.












Palavras Iniciais 


























China - Parte I e Parte II



Horóscopo Chinês (Conheça sua personalidade)

 










Sobre a tradução do I Ching do alemão Richard Wilhelm



A tradução que está agora sendo apresentada ao público de língua portuguesa surgiu da iniciativa de Alayde Mutzenbecher junto à Editora Pensamento, em 1979. Alayde, que fora minha aluna em cursos sobre I Ching, na Universidade Cândido Mendes, propôs, após os contatos com a Editora Pensamento, que trabalhássemos juntos na tradução. Teve início então uma jornada que consumiria mais de três anos. Decidimos que Alayde faria primeiramente uma versão, tanto quanto possível literal, do alemão para o português. Nessa versão, as inúmeras dificuldades afluiriam, tanto na busca de uma equivalência para certas expressões, como também na determinação de um específico sentido entre os vários possíveis. Nessa etapa, o texto passava às minhas mãos. Foram também consultadas as traduções inglesa, francesa, argentina e chilena do texto de Wilhelm. Dentre essas traduções, a versão inglesa de Cary F. Baynes, que contou com a revisão de Helmult Wilhelm, requeria especial atenção. A colaboração de Helmut Wilhelm possibilitou a correção de alguns pequenos lapsos existentes no texto alemão, assim como a elucidação de certas passagens mais obscuras. A revisão de Helmut Wilhelm se fez, inclusive, numa época em que novas pesquisas sobre o I Ching traziam à luz dados inexistentes na época em que o trabalho de seu pai se realizou.




Ao leitor que estiver tomando um primeiro contato com o I Ching, julguei serem úteis alguns esclarecimentos em certas passagens. Para tanto, acrescentei notas, que estão identificadas como relativas à tradução brasileira - o que as distingue, sem risco de dúvida, das notas do texto original.

Tal como na tradução inglesa, mantivemos a transcrição dos termos chineses de acordo com o sistema Wade, geralmente adotado nos estudos de sinologia.


Quando o texto parecia ter alcançado seu perfil definitivo, uma nova revisão teve lugar, outra vez com a colaboração de Alayde, que acompanhava, com o texto em alemão, a leitura do texto em português. As passagens mais problemáticas eram anotadas e revistas. Nessas diversas etapas, inúmeras pessoas contribuíram com sugestões, revisões, consultas, de modo que, na realidade, o trabalho de tradução consistiu num esforço conjunto e não na obra isolada de dois indivíduos. A ajuda de todos possibilitou a conclusão do presente texto. Agradecer-lhes, nunca se poderia fazer o bastante, e, creio, seria desnecessário, pois, para todos nós, esteve sempre claro que o trabalho, sem dúvida exaustiva, era também uma oportunidade rara e afortunada de intenso convívio com tão extraordinário acervo de sabedoria. Quanto aos méritos que na presente tradução se possam encontrar, devem-se, sem dúvida, às contribuições de todos os que junto conosco trabalharam. Quanto aos erros que nela subsistem, estes devo assumir pessoal e solitariamente, pois a mim coube a pesada e difícil responsabilidade da palavra final. Procurei de todos os modos evitá-los; nisso coloquei o mais sério empenho, a mais completa dedicação. Não poderia fazê-lo diferente, pois quem ama não sabe negar esforços em favor do que ama. Ao final, resta-me apenas a certeza de que fiz tudo o que me foi possível.

Aos que estiverem lendo o I Ching pela primeira vez, gostaria de dizer que não se deixem esmorecer diante do que lhes pareça demasiado obscuro. Há de aclarar-se, pois não há noite que dure para sempre. É nesse esforço que se pode aprender a virtude da perseverança, tão enfatizada no Livro das Mutações.

Ao relermos o I Ching, é necessário e recomendável que estejamos atentos ao perigo do que julgamentos demasiado claro. Os dias também findam e o destino de todo saber é conduzir-nos ao não-saber. Só nesse cuidado poderemos cultivar a virtude da modéstia, ressaltada no Hexagrama 15. O estudo do I Ching é um trabalho constante, no qual, mais que um acúmulo de conhecimento, se processa uma crescente conscientização do ignorado. Ao primeiro ano de estudo, em geral julgamentos que estamos sabendo muito mais do que antes. Ao décimo ano, em geral descobrimos que desconhecemos o livro muito mais do que julgávamos. Ao início do estudo, procuramos o significado do I Ching através dos textos; a seguir, através do Kua e, finalmente, na própria vida, da qual surgiram os Kua (Trigramas), dos quais surgiram as palavras. O caminho deve reencontrar o ponto de partida e descobrir que no próprio caminhar tudo se modificou.

Que a presente tradução possa tornar acessível, ao maior número de pessoas, o ponto de partida deste extraordinário caminho sem fim, e que o legado do passado possa assim ser transmitido para o futuro.

Gustavo Alberto Corrêa Pinto
Lhassa, 5 de junho de 1982


Então vamos lá...